Bruno Magalhães brilhou no shakedown, mas depois, apesar dos esforços da dupla nacional, o piloto não conseguiu ter o carro a seu contento, embora tivesse reconhecido que nas segundas passagens pelas classificativas o seu comportamento tinha melhorado.
“Não entrámos bem em prova”, começou por reconhecer o piloto. “No início, a suspensão estava demasiado dura e senti dificuldades em inserir o carro em curva. Amolecemos as suspensões e o carro ficou melhor, mas o facto é que não estou com a com a confiança no máximo, como se impõe num rali assim corrido ao segundo. Custa-me compreender porque no ano passado estivemos aqui a lutar pelos melhores tempos nas classificativas. Estou a recuperar passo a passo dos incidentes das provas anteriores, aqui nas segundas passagens melhorámos o nosso tempo (em alguns casos 10 segundos), mas o ritmo está tão no limite que mantemos a mesma classificação.”











