Bruno Magalhães e Paulo Grave já terminaram os reconhecimentos do Sata Rali dos Açores, prova que vai amanhã para a estrada. Com a organização a cargo do Grupo Desportivo e Comercial, o rali que se disputará na Ilha Verde será sem dúvida uma prova importante para o Nacional de Ralis. A equipa Peugeot Total preparou bem o 207 Super 2000 de grupo N, e tentará que Bruno Magalhães mantenha a liderança do Campeonato. No entanto, é importante ter em linha de conta as impressões do piloto no final das jornadas de verificação do percurso:
Bruno Magalhães: “O piso dos troços foi arranjado, e como sou o primeiro na estrada, a gravilha que foi utilizada nos trabalhos provoca um escorregar adicional, que nos obriga a perder preciosos segundos. Por um lado é bom ser o primeiro carro na estrada, mas por outro tem os seus inconvenientes, como expliquei. As máquinas com diferenciais electrónicos terão o seu timing na primeira passagem, mas quando repetirmos as especiais, já deve haver mais equilíbrio.”
Apesar de correr agora com uma máquina com tracção total, melhor do que o Super 1600 de duas rodas motrizes, Bruno Magalhães esclareceu: “Felizmente não foi necessário alterar o meu tipo de notas de andamento, devido às diferenças dos dois carros, mas em algumas curvas a trajectória é completamente diferente.”
Para o director da equipa Peugeot Total, Carlos Barros, o trabalho de casa foi bem feito, mas espera que não aconteça nenhum imponderável que influencie o resultado: “O 207 Super 2000 que o Bruno e o Paulo vão utilizar no Rali dos Açores é uma máquina vitoriosa, e como sempre fazemos depois de cada prova, o carro é totalmente desmontado e todos os principais órgãos mecânicos são revistos. Vamos ter calma, o rali é sempre muito duro e sabemos que será complicado ganhar.”









