Mesmo sem conseguir cumprir os objectivos inicialmente propostos (terminar nos cinco primeiros), Armindo Araújo saiu da Grécia satisfeito com a sua actuação. Para o piloto português, «provámos que temos ritmo para andar à frente no Mundial de Produção pois nunca tivemos o carro em perfeitas condições e estávamos a lutar pelo pódio. Apesar desses condicionalismos, as coisas estavam-nos a correr relativamente bem, mas infelizmente o colapso do motor (o que, de resto, nunca nos tinha acontecido), obrigou à desistência quando tínhamos o pódio ao nosso alcance, sem sequer termos testado verdadeiramente para a prova».
De qualquer modo, com a desistência e a vitória de Toshi Arai (que foi o quarto piloto diferente a vencer em quatro provas), bem como a soma de mais alguns pontos por parte de alguns dos seus principais adversários na corrida ao título, a vida poder-se-á ter complicado para a equipa liderada por João Paulo Alves que está agora na 12ª posição do PWRC, a 24 pontos do líder. Todavia, para Armindo o “alarme” ainda não soou já que «ainda temos quatro provas pela frente e poucos pilotos candidatos ao titulo e que actualmente ocupam as primeiras posições poderão ir a todas essas provas (n.d.r., de oito, os pilotos tiveram que escolher previamente as seis provas onde obrigatoriamente têm que participar). Por isso, ainda nada está perdido!».
Agora é só de esperar que a sorte regresse já no Rali da Nova Zelândia, a disputar entre o final de Agosto e o início de Setembro.








