Além disso, a dupla lusa do MINI teve grandes dificuldades com os intercomunicadores que deixaram de funcionar da parte da manhã. Da parte da tarde as condições atmosféricas pioraram e os acertos ao nível da suspensão não foram os mais adequados. No regresso à zona de assistência, Armindo Araújo mostrava-se tranquilo face à sua posição na classificação, salientando que o mais importante é tentar encontrar soluções para que o MINI fique mais competitivo.
“Tivemos um dia muito difícil e com alguns problemas. Logo na parte da manhã, um problema com os intercomunicadores dos capacetes impediram que ouvisse as notas do Miguel (Ramalho). Depois, na segunda ronda pelas especiais optamos por experimentar umas suspensões novas mas a verdade é que não resultou. Estamos a fazer um rali muito calmo, sem cometer qualquer erro e a trabalhar para o futuro”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.
Com dois longos dias ainda pela frente a equipa portuguesa está apostada em manter a mesma estratégia e por isso não vai arriscar em deitar tudo a perder. “Este rali é mesmo muito complicado e foram muitos os pilotos que já tiveram problemas ou desistiram. Nós queremos continuar em prova, ainda que para isso abdiquemos de um resultado mais relevante. Sempre disse que este ano era para aprender e sabemos que na terra ou nestes pisos temos de trabalhar ainda mais. Temos alterado os acertos do carro de parque para parque e é isso que vamos continuar a fazer”, referiu ainda o piloto luso.










