“O que está acertado com os meus patrocinadores é que este projeto é de 2/3 anos. Ou seja, o primeiro ano será para aprender e desenvolver o carro, indo ao encontro do que a marca pretende. Aliás, antes de ter tudo preto no branco, consegui confirmar uma série de pormenores importantes: o meu estatuto na equipa (piloto satélite), acesso a testes regulares ao longo da temporada e evoluções do carro. Aliás, existe mesmo a hipótese de realizar mais do que os ralis previstos pela equipa oficial neste primeiro ano”.
O que está de acordo com o programa apresentado inicialmente aos seus patrocinadores e que prevê uma primeira temporada com oito ralis (provavelmente todos os da fase europeia do campeonato, com início marcado para o Vodafone Rali de Portugal).









