Jon Armstrong protagonizou uma estreia marcante nos Rally1 durante o Rali de Monte-Carlo. O piloto britânico, acompanhado pelo navegador Shane Byrne, demonstrou um ritmo consistente e competitivo ao longo do fim de semana, rodando entre os seis primeiros durante grande parte da prova, antes de abandonar na penúltima especial devido a danos na suspensão, depois de um forte toque.
A dupla iniciou a prova na noite de quinta-feira com uma exibição notável, de forma totalmente inesperada. Em condições muito difíceis – escuridão, neve e gelo – , Armstrong surpreendeu ao ser o terceiro mais rápido na segunda classificativa, chegando momentaneamente ao terceiro lugar da geral. Um episódio de nevoeiro denso na SS3 fez o Ford Puma Rally1 cair para quinto, pouco depois.
Na sexta-feira, o irlandês manteve-se entre os sete mais rápidos em várias especiais, apesar de um furo na SS8 que condicionou a escolha de pneus para a especial seguinte. No final do dia, Armstrong e Byrne ocupavam a sexta posição da classificação geral.
Desafios e abandono no domingo
O sábado trouxe nova dose de adversidade, com neve intensa e outro furo na roda dianteira direita. Mesmo assim, Armstrong concluiu o dia com um desempenho sólido na Super Especial de Mónaco, mantendo o sexto posto.
No domingo, a luta por um bom resultado terminou de forma prematura. Numa classificativa com piso lamacento, o carro subvirou e embateu forte num muro, provocando danos estruturais que forçaram o abandono.
Olhar em frente para o Rali da Suécia
Apesar do desfecho, a estreia foi amplamente positiva, demonstrando a rápida adaptação do piloto à categoria máxima. Os sinais que Armstrong deixou, deixam antever que pode ter uma ‘aprendizagem’ acelerada no topo da pirâmide do WRC: “Foi um verdadeiro batismo de fogo”, reconheceu Armstrong. “Mostrámos bom andamento ao longo do fim de semana, mas faltou um resultado sólido. As condições foram extremamente desafiantes e agora estamos focados na próxima prova, na Suécia.”










