O piloto italiano considera que a nova montada representa um grande passo em frente face ao anterior chassis e mostra grande potencial de desenvolvimento para o próximo ano, quando entrarem em vigor as regras de 1000 cc.
“Foi uma boa decisão, tinha de ser assim: na altura não tínhamos mais margem de melhoramento com a GP11”, disse Rossi à Motosprint, acrescentando que a “nova moto é um passo à frente: por exemplo, a traseira é mais estável e a nova caixa de velocidades é uma vantagem substancial. Podemos dizer que a lendária derrapagem traseira da Ducati em aceleração desapareceu”.
O italiano destacou, ainda, que nesta primeira fase o mais importante é compreender a nova moto, processo que leva tempo: “Ainda não percebemos bem como acertar apropriadamente esta moto e eu ainda não percebi bem como pilotá-la. Sobretudo, leva sempre muito tempo para encontrar o melhor acerto. Temos de descobrir uma forma de tornar a moto mais fácil de pilotar logo no segundo dia de treinos, de forma a poder acertá-la para a corrida”.










