“Ele é que tem as respostas, que foi quem ontem à noite nos comunicou que não queria continuar a época porque não estava contente com a moto e até começámos por pensar que não era nada e que ele estava a falar como qualquer outro piloto… mas não se apresentou e não gostamos muito deste tipo de comportamento porque a verdade é que estamos em segundo no campeonato, conquistámos cinco vitórias, sete pódios e temos uma boa época, mas dura. Qualquer outra análise não faz sentido, pelo menos para não acabar um campeonato como Deus manda. Sobre isto não posso dizer mais, já que foi o piloto quem tomou a decisão final de não subir para a moto”, começou por referir em declarações publicadas no site oficial do MotoGP.
“Tens um contrato, trabalhas e acabas a temporada e depois podemos discutir, sem meios de comunicação pelo meio, se terminamos o contrato. Mas agora não se pode parar de um dia para o outro porque há compromissos com os patrocinadores, com os mecânicos, com os anos de investimento da equipa ao longo da carreira desportiva dele… Mas não nos deve nada, nem nós a ele, foi um prazer trabalhar em conjunto, mas é óbvio que antes de chegar a este ponto tem que acabar primeiro o seu trabalho e depois discutir as coisas”, acrescentou
“Por condições que não podemos aceitar se não forem discutidas, esta decisão não pode ser tomada ao fim de dez ou doze horas. Lamentamos muito porque não é uma situação criada por nós e acreditamos que demos sempre o máximo, mas é claro que há dias em que se ganha e dias em que se perde e temos de aprender a vencer e a perder”.










