A nova moto foi revelada no tradicional certame de ski e conferências de imprensa de Madonna di Campiglio, denominado ‘Wroom’, no qual participam Ferrari e Ducati, marcas com patrocinador em comum.
O director da equipa, Claudio Domenicali referiu que a nova montada italiana representa uma “grande inovação”, em especial com a introdução da fibra de carbono no chassis, no qual recaem, aliás, as maiores novidades.
Sobre o motor, Domenicali garante que as medidas para cortar nos custos têm sido determinantes no desenvolvimento do propulsor, em virtude do acordo conseguido recentemente, com o objectivo de melhorar a situação financeira da competição, sobretudo das equipas privadas.
“É importante termos custos controlados e balancear o mais possível os custos e os lucros, e todos os construtores concordaram nesse objectivo. Uma maneira poderá passar por prolongar o tempo de vida dos motores, para durarem mais corridas. Actualmente, conseguimos fazer 600-800 km com um motor, mas esperamos duplicar esse valor”, referiu ainda.
A esperança da Ducati numa boa performance em 2009 assenta não só na nova GP9 mas também na nova dupla de pilotos, composta por dois antigos campeões: Casey Stoner e Nicky Hayden, com este último a ser recrutado para a próxima temporada.
“Ele é campeão do mundo, um verdadeiro lutador e julgo que será um parceiro perfeito para o Casey. Eles poderão comunicar bem e ele é muito rápido pelo que é também capaz de puxar pelo Casey”, acrescentou, lembrando que em 2008 Stoner foi incapaz de reter o título face a um “brilhante Valentino Rossi. Ele demonstrou uma força incrível e merece todos os créditos”.
Garantindo que os testes ainda vão continuar para desenvolver a moto neste defeso, Domenicali referiu que o trabalho agora reside em afinar o motor, de modo a tornar a “resposta do motor ainda mais linear”. Sobre o facto de existirem motos privadas, o italiano garante que “as GP9 satélites não vão ser exactamente iguais às de fábrica, mas serão similares”.












