Miguel Oliveira esteve na luta pelo triunfo no GP de França de Moto3, inserido no grupo que lutava pelas primeiras posições, ainda longe do final da corrida, mas aquando da queda de Fábio Quartararo, a sete voltas do final, o piloto luso não se atrasou somente porque teve de realizar uma manobra para evitar o seu adversário. É que pouco depois, na curva da Capela, o piloto da Red Bull KTM Ajo viu a primeira velocidade da sua moto saltar, facto que o deixou mais longe do sétimo lugar e num circuito onde pelo menos por duas vezes é necessário utilizar a primeira relação de caixa, Oliveira sentiu o problema novamente quando depois de recuperar para sexto tentava recolar de novo nos quatro da frente onde estavam Kent e os italianos Fenati, Bagnaia e Bastianini. Mas a caixa não ajudou e Oliveira foi novamente forçado a abrir uma trajetória numa travagem, descendo de novo a oitavo, em que terminou a corrida. Azar para o piloto luso: “Foi um Grande Prémio difícil. Durante a corrida não estava com um bom feeling da traseira da moto, para começar a acelerar cedo. Estava na luta com os pilotos da frente da corrida, mas sete voltas antes do fim saí largo e depois foi difícil voltar a recuperar terreno. Depois dos treinos livres e warm-up que fiz a corrida acabou por ser um pouco desapontante. Sei que podemos estar mais à frente, e gora há que olhar em frente e continuar a trabalhar para chegar às posições de topo”, disse Miguel Oliveira.
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