No templo de velocidade de Monza, o McLaren-Honda de Fernando Alonso registou uma velocidade máxima de 337,5 km/h, a 20,8 km/h do Ferrari de Kimi Raikkonen (358,3 km/h) e a 18,3 km/h do Mercedes de Nico Rosberg (355,8 km/h). Esta diferença espelha bem os problemas que a equipa de Woking tem para se colar aos lugares da frente, com a responsabilidade a cair nos ombros da Honda e no motor que é desenvolvido pela marca no Japão, em Sakura.
Embora ainda longe do que é necessário na Fórmula 1, a marca japonesa sempre pode vangloriar-se de ter batido o recorde de velocidade na sua categoria (A, grupo 1, classe 4) no deserto salgado de Bonneville, nos EUA, depois de o protótipo Honda S-Dream Streamliner ter registado uma velocidade máxima de 421,6 km/h ao longo de uma milha, a mais alta de qualquer veículo de duas ou quatro rodas produzido pela marca japonesa em toda a sua história.
O projeto ‘Bonneville Speed Challenge’ teve início em 2015, a partir do Japão, com 16 engenheiros selecionados entre 100 voluntários. A equipa foi liderada por Keisuke Tsuta com o objetivo de fixar um novo recorde do mundo de velocidade com um motor de 660 cm3, algo conseguido este ano por Hikaru Miyagi.









