Ao longo dos próximos meses um dos motores V12 da Superleague, desenvolvidos pela MCT, vai ser testado por Richard Noble e pela sua equipa Bloodhound SSC enquanto se preparam para bater o Recorde do Mundo de Velocidade em Terra, os 1600km/h.
O facto do motor da Superleague, que desenvolve 750cv, servir apenas para os sistemas auxiliares da Bloodhound, como a bomba de combustível e equipamento eléctrico, diz muito da escala deste projecto. O mais pequenos dos três motores, torna-se ainda menor ao lado do propulsor a jacto com 19.277 kg de força. Uma potência que equivale à de 180 carros de F1!
O desenvolvimento começa com trabalhos de simulação de foguetes antes do motor ser colocado em funcionamento em conjunto com os demais blocos pela primeira vez no próximo mês. Apesar de não haver ainda data definida, a equipa espera levar a cabo a primeira tentativa de bater o recorde em 2011, altura em que têm como alvo os 1,4 Mach.
O projecto fecha com chave de ouro um ano em que o motor esteve entre os finalistas do prémio British Engineering Excellence, em Setembro. Kevin Lee, director da MCT, disse: “No final do nosso segundo ano de trabalho com a Superleague, a nossa parceria continua a ganhar força. O Robin Webb e toda a equipa da Superleague fizeram, uma vez mais, um trabalho impressionante ao combinarem a paixão dos desportos motorizados com o futebol, proporcionando audiências crescentes. Com pilotos do calibre de Sebastien Bourdais a entrarem na competição, o crescimento do estatuto do campeonato está à vista de todos. É uma altura excitante para a Superleague e é para nós um privilégio estarmos envolvidos no projecto.”
Robin Webb, director de competição da Superleague Formula, acrescentou: “A MCT fez um trabalho fantástico ao produzir um produto fiável, inovador e de elevada prestação. O motor é um dos pontos mais fortes da Superleague Formula, que provocou muitos comentários positivos por parte da imprensa especializada. Em particular, o som é muito distinto e isso ajudou a tornar a competição uma das preferidas do público.”











