Para o heptacampeão do mundo de F1, um dos pontos altos da competição é a confraternização entre os pilotos das mais diversas modalidades internacionais, algo que o alemão considera ser “muito difícil noutra altura do ano.
“O melhor do evento é a possibilidade de encontrar pessoas de outras áreas do automobilismo e de poder passar algum tempo com eles. Normalmente, isso é quase impossível já que estão todos ocupados ou a meio de um fim-de-semana de corrida”, referiu o alemão, que considerou o ambiente “como fantástico”.
“Tenho imenso respeito por todos os competidores. Todos eles são excelentes e todos eles têm uma enorme paixão pelo nosso desporto – e é isso que é o mais importante”, considerou Schumacher, que elogiou, uma vez mais, a organização do evento.
“Antes de mais, é um grande divertimento. É estranho pilotar num estádio já que é tudo muito apertado, mas ao mesmo tempo olha-se para tudo e interrogamo-nos como é que conseguiram construir uma pista com espaço suficiente para tudo”, observou.
“É espectacular de pilotar e de ver, e é por isso que funciona tão bem desde há muitos anos”, concluiu o alemão, que o ano passado venceu a Taça das Nações com Sebastien Vetterl ao seu lado, numa dupla que se deverá repetir no próximo fim-de-semana.












