Em declarações ao jornal italiano Corriere della Sera, o italiano elucidou que a equipa já vinha reduzindo os custos com a F1 nas últimas temporadas, mas a decisão chocante da Honda terá obrigado a Ferrari a acelerar esse processo.
“Já estávamos a cortar nos gastos nos últimos anos, mas agora haverá uma aceleração deste processo”, explicou Domenicali, resslavando que a Ferrari será uma das equipas que não irá aderir ao motor standard.
“Estamos na frente de um processo de renovação no automobilismo, que tem de continuar a ser uma competição tecnológica e desportiva”, observou, deixando uma mensagem para todos os adeptos da equipa italiana.
“A Ferrari vai continuar a ser líder. Os fãs podem estar descansados”, acrescentou.
Sobre a decisão da Honda, Domenicali admitiu que “caiu que nem um raio num dia de céu limpo”. “É uma grande crise e conseguem-se perceber as razoes que forçam um construtor, a braços com milhares de despedimentos, a tomar medidas tão drásticas de cortes nos custos”, aprofundou.
Para o líder da equipa transalpina, a “F1 já passou por tempos difíceis”, e admite que “a chave é reagir de forma lúcida para evitar erros estratégicos que se podem pagar caro quando as coisas melhorarem”.












