O popular “Fifé”, hoje com 53 anos (27/02/1957) já é avô! Nasceu ontem o Diogo Maria, neto do ‘pendura’ mais famoso do mundo e arredores. Depois de passar boa parte da sua vida a ‘cantar’ notas aos seus pilotos e a tirar fotografias, agora chegou a vez de contar histórias ao pequeno Diogo Maria, e não são poucas as que há para contar…
Verdadeira “enciclopédia viva” do desporto automóvel, Fifé é um impagável contador de histórias – qual delas a mais “picante”, a mais arrebatadora de gargalhadas. Estar à mesa com ele é sinónimo de boa disposição. E um serão torna-se inesquecível. O difícil é escolher uma – o mais fácil é, mesmo, rir.
Por exemplo: num Rali da Madeira, durante um jantar de fim de dia, numa mesa ao lado um conhecido promotor-jornalista, sem dizer água vai, caiu redondo no chão: “Como um peixe espada, esticadinho!” O problema começou quando, dos seus companheiros de mesa, “ninguém se mexeu”.
Vai daí, o nosso bom “Fifé” ergueu-se da sua mesa, pegou no desmaiado e… toca de o levar para o hospital mais próximo. Onde, obviamente, não teve grandes dificuldades em “instalar” o doente, ou não fosse ele “o doutor Fernandes”. Amigo, está claro, de todos os médicos daquela unidade, nomeadamente um tal de “doutor Antunes”, colega de grandes noitadas, com “muitos copos” à mistura.
“Ah, bom, lá que ele está sempre no bar, isso é verdade!” – confiaram finalmente os mais céticos membros do digno corpo médico. E, convenientemente tratado o doente, todo o dito corpo médico foi unânime numa sentença: “O senhor bem pode agradecer estar vivo aqui ao doutor Fernandes!” “Doutor Fernandes?” – inquiriu o legitimamente incrédulo “miraculado”. “Este?” Sim, está claro – o nosso bom amigo “Fifé”, emérito contador de “estórias” e grande campeão da nossa praça.
Felicidades para o – agora – Vovô Fifé!











