O recém eleito presidente da FIA é o primeiro que não é natural de um país do continente europeu. Um dos seus 7 vice-presidentes é Lee Lung Nien, responsável pela zona Ásia-Pacífico, explicou que o crescimento do desporto na sua região é prioritário.
Em declarações à publicação The Straits Times, Lee Lung Nien disse que: “A Ásia, com 60% da população mundial e uma economia em crescimento, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento do desporto automóvel mundial”. Lee Lung Nien acrescentou que para reforçar essa ideia, a FIA pode abrir uma delegação em Singapura, à semelhança com o que acontece com Valleiry e Genebra.
“Uma das duas coisas em que nos queremos concentrar durante os próximos quatro anos é a comunicação e o crescimento. Se queremos que a Ásia cresça, então é necessário que haja um escritório na região onde o pessoal possa trabalhar e coordenar os seus esforços a partir daí”.
As palavras do vice-presidente da FIA vão de encontro ao que pensa o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, que recentemente afirmou que o interesse pela disciplina naquela região, especialmente na China, tinha aumentado e que era do interesse do desporto focar-se mais nessa parte do mundo.












