Henrique Chaves esteve a um passo de vencer a categoria X30 Shifter nas Finais Internacionais Iame de X30, que tiveram lugar, desde a passada quarta-feira até ontem, domingo, no traçado francês de Le Mans. O piloto, que teve em mãos um kart com chassis Zanardi, terminou a prova com um segundo lugar na Final, a 3,328s do vencedor, Sean Babington.
Para o português, “na sexta-feira as coisas começaram mal, com um toque de corrida a não me permitir acabar uma das mangas de qualificação. Depois ganhei uma manga e fiz dois terceiros lugares, o que me permitiu partir em quinto para a Pré-Final, corrida em que geri o andamento e acabei no terceiro lugar”.
“Na Final foi dar tudo, sendo que não foi o suficiente para ganhar. O segundo lugar não está mau, mas não era aquilo que pretendia do fim de semana. É um bom resultado mas não estou satisfeito”, afirmou Henrique Chaves que sentiu ter condições para vencer.
O piloto português destaca também o trabalho realizado pela sua equipa, dado que nesta prova “o motor era novo, de 175cc e cerca de 48 cv, com o qual nunca tinha andado. O trabalho da equipa foi espetacular no desenvolvimento das carburações, dado que era para nós desconhecido e conseguimos desenvolvê-lo bem ao nível das carburações”.
Em relação às FinaisInternacionais Iame de X30, Chaves salientou a competitividade vivida em pista. “Todos os pilotos eram muito aguerridos. Não havia aquela corrida, passa um, depois outro. Mas eu acho que são os toques que fazem uma corrida. Uma corrida que deixe de ter toques deixa de ser uma corrida de karts, por isso acho que foi um fim de
semana positivo nesse aspeto, com os pilotos muito aguerridos a lutar por posições. Às vezes uma pessoa fica chateada com o desfecho, mmas é mesmo assim, cada um tem que lutar por aquilo que quer e se deixarem de existir toques, deixa de ser uma corrida”, finalizou.









