No passado fim de semana, a segunda ronda do Campeonato Nacional de Karting foi marcada pela presença da chuva, que ‘acompanhou’ os pilotos ao longo de todo o evento.
A alternância entre o ‘chove, não chove’ interferiu diretamente na escolha dos pneus, slicks ou de chuva. Mas a corrida em que a decisão dos pneus teve maior influencia na decisão dos resultados foi na Final 1 das categorias X30 Shifter e X30 Shifter Master.
Para quem assistia, era notório o esforço dos pilotos que rodavam com pneus slicks em tentar ‘segurar’ o kart em pista. Mas mais que o olhar de quem vê, ficam as palavras de um dos pilotos que vivenciou a ‘experiência’, explicando quais as sensações de correr à chuva com slicks, que podendo parecer estranho, por vezes, ‘acontece’.
Segundo Eduardo Leitão, piloto que linha com um kart equipado com chassis Intrepid, “o kart não traciona, as rodas traseiras estão sempre a patinar, não têm aderência nas curvas, por isso tem que se jogar muito com o corpo”. Em tom de brincadeira o piloto afirmou, “fui o primeiro dos slicks”.









