Do lote de seis pilotos portugueses a disputar as Rotax Max Challenge Grand Finals, António Lima foi o único estreante. Integrando a categoria DD2 Masters, realizou dois 33º lugrares nas duas primeiras mangas de qualificação, não tendo concluído a segunda.
Para piloto o evento “foi espetacular”, recordando que “não estava a contar vir. Era para vir o Pedro Loures mas à última hora ele não pode e ligaram-me, estava na Holanda e vim direto para aqui. Foi uma experiência muito boa, isso e saber que posso andar no meio dos outros pilotos. Tenho 52 anos e estou a correr com rapazes que têm 32, faz muita diferença”. Lima explicou que “quando ficamos cansados perde-se a concentração e começamos a perder ritmo. Aguentamos, mas é diferente”. Visivelmente satisfeito por esta presença, o piloto destacou “a organização fabuloso” do evento, “está perfeito”.
Recordando a sua passagem elas Rotax Max Challenge Grande Finals, na primeira corrida de qualificação “ia em 19º, quando um piloto veio por trás e me bateu, tendo-me feito cair para último. Mas foi simpático e veio aqui pedir desculpa”. Já na segunda corrida “vi um acidente entre dois pilotos à minha frente, desviei-me, mas veio outro pilotos por trás e levou-me à frente”, explicou. Na terceira “fui obrigado a fazer uma travagem forte, após uma tentativa de ultrapassagem. As rodas de trás bloquearam, o art rodou e nunca mais pegou”, sendo obrigado a abandonar a quatro voltas do final.









