Quando Sebastian Vettel, ainda na primeira volta do GP do Brasil sofreu um toque do Williams de Bruno Senna, podia ali ter hipotecado boa parte das suas hipóteses de ser campeão. O monolugar do piloto brasileiro passou por cima da roda traseira direita do RB8 de Vettel. Este, caiu para último, e encetou de imediato uma recuperação fabulosa. Teve sorte. Muita. Que só percebemos quando ouvimos Adrian Newey a explicar o que podia ter sido a extensão do drama: “Houve uma perda de pressão aerodinâmica, provavelmente porque a suspensão ficou afetada no incidente, desalinhando por completo o carro, e fazendo danos nos escapes. A equipa foi monitorizando todos os parâmetros durante a corrida e alterou o mapeamento do motor para que a temperatura do sistema de escape fosse a menor possível. Caso contrário, poderia haver uma quebra e, como consequência, um incêndio.”, referiu Newey. A equipa ainda fez ajustes na asa dianteira do RB8 de modo a compensar a perda aerodinâmica resultante dos danos infligidos ao monolugar.










