Valência deverá estar prestes a ficar definitivamente sem a Fórmula 1, depois de na semana passada ter surgido a informação que o calendário de 2014 será confirmado com o GP de Espanha novamente disputado em Barcelona, e não em Valência, como foi inicialmente acordado.
Quando se ficou a saber que o GP da Europa em Valência rinha sido deixado de lado esta época, foi na altura anunciado um contrato de rotatividade entre aquela cidade e Barcelona como sede do GP de Espanha, mas de acordo com o jornal El Mundo, esse contrato nunca terá sido assinado.
Assim, o regresso da F1 a Valência parece estar cada vez mais posto de lado, com o jornal Diario Sport a escrever que Alberto Fabra, presidente da Generalitat Valenciana, e Bernie Ecclestone, estão a conversar relativamente aos valores necessários para à quebra o contrato.
O patrão da F1 pretenderá que seja paga a quantia exata da penalização por rescisão de contrato (33 milhões de euros), com Fabra a tentar reduzir o valor. Valência está a sofrer com a crise financeira global, e a edilidade pretende “cumprir as obrigações sem ter que fechar escolas ou hospitais”, segundo o tesoureiro Juan Carlos Moragues Ferrer. Por isso, elevadas despesas com algo supérfluo como a F1 seriam complicadas de explicar aos contribuintes, sendo naturalmente uma situação a evitar.










