A forma como resistiu a Hamilton nas últimas voltas da corrida de domingo mostrou que Trulli ainda tem reservas para liderar uma equipa como a Toyota, sobretudo quando sente que a equipa confia nele e tem um carro que se comporta a seu gosto.
O toque dado em Heidfeld na primeira curva foi o único aspecto negativo e sucedeu, “porque simplesmente não o vi a meu lado, pois as novas protecções laterais retiram mesmo visibilidade.”
Depois o italiano ficou ensanduichado entre os dois pilotos da McLaren, “que tinham andamento muito diferente consoante o tipo de pneu que estavam a usar, enquanto eu era muito mais consistente. Perdi muito tempo atrás do Hamilton até ao primeiro reabastecimento e atrás do Kovalainen antes do segundo, mas defendi o meu quarto lugar nas últimas dez voltas, andando como se estivesse em qualificação.”
Os progressos da Toyota são evidentes, pois só a Ferrari e a BMW se mostraram claramente mais fortes em Sepang, com a McLaren a ter dificuldade para se superiorizar a Trulli.
Glock foi bem mais infeliz, vítima do optimismo de Rosberg na primeira volta, mas também não tinha arrancado bem e estava longe dos lugares pontuáveis quando teve de abandonar.
Luis Vasconcelos









