“Eu considerei fazer um acordo, mas o que me propuseram ter-nos-ia levado à falência. Decidi que o meu investimento [de 80 milhões] e 250 postos de trabalho estavam em perigo, pelo que comprámos o nome da Team Lotus… eu teria preferido que continuássemos como Lotus Racing mas… a minha licença foi revogada”, é citado Fernandes no Norwich Advertiser.
Além disso, o malaio também lamentou todo o burburinho que se criou nos média em torno da questão do nome Lotus, em especial com as investidas dos responsáveis da Lotus Cars: “Em todos os meus anos no mundo dos negócios, nunca tinha chegado ao campo do ‘ele disse isto, tu disseste isto’. É lamentável. Penso que deveríamos todos crescer e deixar os tribunais decidir e no final do dia deveríamos honrar os tribunais”.
“Eu disse que não queria fazer mais afirmações, mas eles [Lotus Renault] continuaram a fazer comunicados. Simplesmente não posso continuar calado. Agora, estou feliz por não ter dito nada incorreto até ao tribunal porque nós apenas queremos competir”.







