“As palavras não conseguem expressar o quão feliz eu estou neste momento. Ver 18 meses de trabalho árduo resultarem numa distância de meros décimos de segundo das equipas que já cá estão há imenso tempo e a menos de um segundo do pelotão do meio é um feito incrível”, afirmou Tony Fernandes, diretor da formação.
“O objetivo é manter a fiabilidade e chegar ao final com os dois carros. Estou bastante orgulhoso da equipa, em especial após um inverno tão complicado, pelo que tiro o chapéu a todos os elementos da formação por manterem o progressos e ajudarem-nos a chegar aonde estamos hoje”, acrescentou.
A mesma satisfação era partilhada por Mike Gascoyne, diretor técnico da Lotus: “Um dia muito bom para a equipa, mas ficámos um pouco desapontados porque sentíamos que tínhamos uma possibilidade real de passar à Q2”, disse.








