“Tivemos alguns problemas com o sistema de ativação da asa traseira e infelizmente isso comprometeu a minha última volta na Q2. O carro tornou-se difícil de pilotar, o que é uma pena já que funcionou muito bem nas sessões anteriores. A performance foi muito melhor com a asa, pelo que tínhamos de a usar. Mantenho que demos um passo em frente graças ao trabalho dos nossos elementos da equipa”, referiu Michael Schumacher, que amanhã começará do 11º posto.
Nico Rosberg também lamentou os problemas mas enalteceu, tal como Schumacher, os progressos feitos nestas últimas semanas: “A equipa fez bons progressos aqui e tive um bom equilíbrio na Q2. Infelizmente, na Q3 perdi muito desse equilíbrio, o que combinado com o problema na asa traseira, significou que não fomos capazes de extrair toda a performance do carro, o que é frustrante. O carro é melhor do que aquilo que já mostrámos até aqui nesta temporada, mas não sei exatamente porque é que não tiramos toda a performance neste momento”, referiu.








