O sistema tem causado alguma polémica, já que liga o sistema DRS, que opera na asa traseira à asa dianteira, aumentando dessa forma a velocidade de ponta, havendo quem assegure que dá à Mercedes uma vantagem de cerca de meio segundo por volta, o que, efetivamente, se tem refletido nas qualificações, mas não em corrida: “A frustração dos nossos adversários advém do facto de não poderem copiar, pois se isso pudesse suceder, ninguém se queixava. Falam em grandes custos, mas são apenas tubos de carbono que passam por baixo do carro e o nosso trunfo é que inovámos sem grandes custos.”, referiu Brawn.









