Em 2016 Romain Grosjean irá rumar à Haas F1 Team. Até a contratação do piloto francês ter sido oficializada, esta semana, a indefinição quanto ao seu futuro – se ficava na Lotus ou iria para a equipa norte-americana – foi um dos assuntos que mais centrou as atenções nos últimos tempos na comitiva do Mundial de Fórmula 1.
Agora Grosjean admitiu que poderia ter permanecido na Lotus, se o negócio da compra da equipa por parte da Renault tivesse acontecido mais cedo. Em entrevista à BBC, Grosjean confessou ter sido “o primeiro a querer fazer parte do projeto da Renault. Se eles tivessem vindo mais cedo, eu teria ficado”. De recordar que só na passada segunda-feira a Renault divulgou um comunicado onde afirmava ter assinado uma ‘Carta de Intenções’ em que confirmava os seus planos para comprar a Lotus na Fórmula 1.
Porém, Grosjean explica que se encontrou “com a Haas F1 Team, eles fizeram-me uma proposta que foi muito atraente”. Mas, inevitavelmente, a ligação da Haas F1 Team à Ferrari, equipa que será a fornecedora de motores, acabou por pesar na escolha de Grosjean, como o próprio admite.
“O facto de a Haas estar muito próxima da Ferrari tornou as coisas bastante atraentes — não por eu estar a pensar na Ferrari em um, dois ou três anos, mas isso, claro, deixa-me mais próximo. Eles vão olhar para o que nós fizermos. Quanto melhor o trabalho que eu vier a fazer na Haas F1 Team, maior a probabilidade de vir a conquistar um lugar na Ferrari um dia”, finalizou. Na equipa italiana Kimi Räikkönen tem contrato por mais uma época, mas depois, só o futuro o dirá…









