“Nós queremos continuar e os organizadores [desses campeonatos] também. Não há nada que me faça pensar o contrário: somos um circuito com muita experiência e solidez, e temos que pensar que continuaremos com as duas competições”, afirmou numa extensa entrevista ao jornal espanhol La Vanguardia, garantindo que um dos objetivos principais é manter o traçado no calendário de F1, cujo contrato termina no final de 2012.
O circuito de Barcelona conta já com 20 anos mas mantém-se uma referência internacional, embora se mantenham os planos para uma renovação do paddock após 2012.
“As instalações continuam de ponta. É um dos circuitos preferidos das equipas e pilotos. Podemos chamá-lo de antigo, mas se continua bem é porque não falta nada. Foi relatado que não permite ultrapassagens, mas este ano, com a nova regulamentação, voltamos a estar presentes como os melhores do nosso género”.
Além disso, deixou ainda em aberto a hipótese de renomear o Grande Prémio como GP de Barcelona, embora se tenha escusado a definir em que moldes ou de que forma, tanto mais que, como o próprio reconhece, “tal como está a questão jurídica internacional, podemos organizar um GP de F1 porque representamos Espanha”.








