Há quem diga que a Honda foi somente a primeira, e é isso mesmo que deixa subentendido Colin Kolles, patrão da Force-India, que em declarações ao jornal alemão “Welt am Sonntag” foi claro: “Uma grande fatia das equipas travam forte batalha pela sobrevivência”.
Já o antigo Campeão do Mundo de Fórmula 1, Niki Lauda adverte para a possibilidade do efeito avalanche: “Este pode ser um caso duma bola-de-neve despoletar uma avalancha”, referiu o austríaco ao Sport Bild.
Mas há quem vá ainda mais longe, como por exemplo o antigo piloto de Fórmula 1, Hans-Joachim Stuck, que chega ao ponto de alegar que uma equipa que chega ao topo pode “sentir” que não há mais nada para fazer: “Imagino um Chefe Executivo como Dieter Zetsche (Mercedes) a pensar: Chegámos a Campeões do Mundo, o que podemos fazer mais?”, referiu Stuck.
Entre os mais pessimistas encontra-se também Gerhard Berger, que vendeu recentemente a sua posição na Toro Rosso. O austríaco duvida que surja um “bom” comprador: “Eu sei o quão difícil é angariar patrocínios hoje em dia. Encontrar um comprador para a equipa toda? Esqueçam…”







