Ainda que a ausência desse sistema se traduza num défice de alguns décimos de segundo por volta para os seus rivais, os responsáveis da formação acreditam que o facto de não contar com o sistema KERS se traduzirá em benefícios para o futuro.
“Com a mudança que pretendemos ter este ano, o nosso objetivo tem de ser, antes de mais e sobretudo, a aerodinâmica – já que será aqui que estarão os maiores ganhos. Estamos à procura de segundos e não de décimos de segundo”, referiu John Booth, diretor da Marussia Racing, à revista britânica Autosport. Além disso, também a questão dos custos terá contribuído de forma decisiva para esta decisão, com aquele responsável a explicar que “a tecnologia atual é incrivelmente dispendiosa”.










