A razão pela qual a Marussia rescindiu o contrato com Timo Glock, deve-se simplesmente ao facto de necessitarem urgentemente da entrada de um piloto pagador, pois só assim a equipa poderá sobreviver. A fasquia está colocada acima dos seis milhões de euros, o que, juntando ao salário de cerca de dois milhões que pagava ao alemão, poupa oito milhões de euros anuais. Contudo, a equipa sabe que não vai conseguir ter um piloto com a qualidade de Glock, que já assinou pela BMW no DTM, e este é somente mais um exemplo do rumo que a F1 está a levar, correndo-se o risco, daqui a algum tempo, que só cinco equipas tenham pilotos de ponta, com as restantes todas com pilotos pagadores, não necessariamente os que mais merecem estar na F1, como deveria suceder na disciplina que é o pináculo do desporto automóvel.









