Os sinais positivos dados na Malásia pela Lotus não tiveram seguimento em Shakir, onde o desempenho dos E22 foi paupérrimo, apenas melhor que os Caterham e Marussia, e ao nível dos Sauber. A equipa precisa rapidamente de encontrar “o caminho das pedras” para sair da situação completamente embaraçante (recorde-se que a Lotus venceu uma corrida e obteve diversos segundos lugares o ano passado) em que se encontra ou arrisca-se a cair nas profundezas da classificação do Mundial de Construtores. A equipa de Enstone tem muito trabalho pela frente, e com todos os problemas financeiros por que passa (ainda que o patrocínio venezuelano de Maldonado tenha aligeirado a pressão) não será nada fácil dar a volta à situação.










