“Penso que ele não está assim tão relaxado, mas ele é uma pessoa muito orgulhosa e temos que conhecê-lo muito bem até que ele fale e diga exatamente o que sente. Ele está a proteger-se a si mesmo, o que consigo perceber, mas ele é uma pessoa muito humana, frágil, e não é aquela espécie de robot imune como foi descrito alguma vez na sua carreira”, é citado Todt numa entrevista à agência Reuters.
“Ele pensou cuidadosamente nesta possibilidade de regressar. Independentemente do quão talentoso seja, se se parar por três anos e não se pilotar um carro a sério, não é fácil, o que é o caso. Ele decidiu regressar. Ele pode decidir parar. Se ele está a dedicar todo o seu esforço a este regress? A resposta é sim”, acrescentou.
Intocável, para Todt, é o pecúlio de Schumacher, que ficará para sempre na história: “o que é certo é que ele é campeão do mundo por sete vezes, com 91 triunfos e ninguém lhe poderá tirar isso. No dia em que ele decidir parar poderá não ter aumentado esse registo ou poderá tê-lo feito, mas isso vai continuar no seu currículo”, acrescecntou.










