James Allison está a chegar ao fim do seu primeiro mandato como diretor técnico da Ferrari, fazendo um balanço do seu início em Maranello numa altura desafiadora para os engenheiros da Fórmula 1. Ao site oficial da Ferrari, o responsável referiu que não faria sentido estar envolvido no projeto de 2014, que “quando cheguei a Maranello já decorria há dois anos. Tentei imergir na sua filosofia e adaptar-me o mais rapidamente possível”.
Allison abordou também a importância que os motores terão a partir de 2014 na hierarquia da F1, dizendo que “é verdade que a influência da unidade motriz no desempenho geral do monolugar será muito maior que no passado”, lembrando o congelamento do desenvolvimento dos motores que vigorava desde 2007. Ainda assim, o engenheiro alertou que “aerodinâmica continua a ser o ‘sangue’ de um monolugar de F1 moderno, é impossível ser competitivo sem as ferramentas certas e recursos adequados”.










