Dificilmente poderá haver nova mudança radical de motores para as próximas épocas na Fórmula 1, já que depois de gastarem rios de dinheiro não é provável que os Construtores se entendam para mudar tudo outra vez. De qualquer forma, na reunião do Grupo Estratégico da Fórmula 1 foi discutida a questão e recusada uma proposta da Ferrari de mudar as atuais unidades motrizes V6 para motores V8 de duplo turbo em 2017. Contudo, a proposta de fazer subir a potência dos atuais monolugares para 1.000 cv continua de pé, algo perfeitamente possível, pois na teoria os atuais motores podem alcançar um potência de 1.630cv.
Andy Cowell, responsável pelas unidades motrizes da Mercedes revelou que “A potência máxima dos V6 turbo, se fossem atingidos os 100 por centro de eficiência termal seria 1.630 cv, isso seria a perfeição”, disse. Jean Todt, Presidente da FIA assegura que o que procuram é poder aumentar a potência sem alterar os regulamentos, que se querem estáveis, e pelos vistos isso é perfeitamente possível: “Estou aberto a sugestões construtivas, mas a condição é manter os regulamentos técnicos estáveis, e se for possível aumentar a potência dos motores, isso pode ser considerada uma evolução normal” disse Jean Todt, Presidente da FIA.
Na reunião, como se esperava, à proposta da Ferrari, para os V8, Honda e Mercedes disseram não, ameaçando com a saída da Fórmula 1. A Mercedes tem uma grande vantagem, não quer arriscar perdê-la e a Honda acabou de gastar rios de dinheiro para desenvolver um unidade motriz, que tem pela frente todo o desbloqueamento do seu potencial e por isso nunca aceitaria mudar agora.
Por outro lado, a Red Bull e McLaren sugeriram designs muito agressivos, mas apesar disso não ser tão caro de fazer já para o próximo ano, foi decidido esperar por 2017. Por fim a Honda ainda tenta ter mais ‘tokens’ para trabalhar no motor, mas não foi desta que convenceu os seus parceiros.









