A Audi notificou a FIA da sua intenção de recorrer da decisão dos comissários desportivos de não aplicar qualquer penalização a Yuki Tsunoda após uma alegada infração na grelha de partida do Grande Prémio de Itália, disputado em Monza. A polémica surgiu na sequência de uma volta de formação suplementar ordenada pelo diretor de prova, depois de o piloto da Racing Bulls ter corrigido tardiamente a sua posição na grelha de partida.
Tsunoda terminou a corrida no décimo lugar, conquistando o último ponto em disputa, enquanto o piloto da Audi, Gabriel Bortoleto, ficou na décima primeira posição, falhando por pouco os lugares pontuáveis. Os comissários justificaram a ausência de sanções com o facto de a manobra corretiva ter cumprido os parâmetros regulamentares e de a volta extra, ter decorrido por avaliação direta do diretor de corrida, ilibando o piloto de culpa direta.
Num comunicado oficial, a equipa manifestou o desacordo com a aplicação regulamentar em causa. “A seguir ao Grande Prémio de Itália, levantámos uma preocupação relativamente à aplicação do Artigo B5.9.4, que exige que um piloto que cause uma volta de formação extra entre nas boxes e reinicie a corrida a partir daí”, esclareceu a estrutura. “Os comissários emitiram uma decisão de, sem mais ações e notificámos a nossa intenção de recorrer”, acrescentou a Audi, sublinhando que não fará mais comentários enquanto o processo decorrer junto da FIA.
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