Depois de oito anos de parceria, Gary Paffett e a McLaren vão seguir caminhos distintos no final da temporada de Fórmula 1 de 2014. O britânico, ligado à Mercedes no DTM, não continua em Woking com o início da nova parceria de motores entre a equipa e os japoneses da Honda. Desde 2006 Paffett nunca teve hipótese de pilotar num Grande Prémio, passando o tempo na F1 entre os papéis de piloto de teste e de reserva, bem como de simulador.
Na hora da separação, Paffett explicou que “adorei trabalhar para a McLaren e espero que o meu ‘feedback’ ao longo dos anos tenha sido benéfico. Desejo que a McLaren ganhe Grandes Prémios para o próximo ano”. O piloto irá continuar associado à Mercedes-Benz, pilotando no DTM com a HWA Euronics.
Aos 33 anos, Paffett abandona assim definitivamente a esfera da F1, depois de ter chegado a ser candidato às vagas deixadas por Kimi Raikkonen (2007, assumida por Lewis Hamilton) e por Fernando Alonso (2008, ocupada por Heikki Kovalainen), ficando sempre ligado à equipa como piloto de testes e de reserva, sendo ainda piloto da Force India no GP da Austrália de 2012 por indisponibilidade do ‘encarregado’ da altura, Jules Bianchi. No DTM, Paffett tem alcançado resultados de relevo, e em 11 épocas soma um título (2005) e quatro vice-campeonatos, sempre ao volante de um Mercedes nas equipas HWA, Person Motorsport e Team Rosberg.








