O Grande Prémio de Fórmula 1 dos Países Baixos que se realiza em Zandvoort, não vai estender o seu contrato que termina em 2026, com a Fórmula 1. Sabendo-se que Max Verstappen tem contrato com a Red Bull para lá disso, é curiosa esta decisão dos responsáveis de Zandvoort, embora as razões que avancem sejam boas face à tomada de decisão: riscos financeiros.
Aparentemente, ao invés de ‘jogarem à roleta’, preferem antecipar-se a uma possível queda de interesse, pois como se sabe a corrida holandesa depende totalmente da venda de bilhetes, pois o governo dos Países Baixos não investe na prova.
Até aqui o negócio tem sido bom, mas depois de quatro anos a vencer campeonatos, será natural um ‘esfriar’ de entusiasmo por parte dos adeptos, a que se junta um novo aumento de impostos sobre os bilhetes, que aumenta os valores a débito e que logicamente comprometem a rentabilidade.
Sendo o futuro incerto, os organizadores preferem sair enquanto estão a ganhar, não arriscando perder depois o que ganharam até aqui. Ou seja, correr o risco de enfrentar dificuldades financeiras.
A F1 gosta de Zandvoort, mas o Promotor parece preferir um pássaro na mão que dois a voar…









O espetáculo que se vê nas bancadas nesta prova é algo de fenomenal… mas se isto significar que aquela ideia peregrina de rodar com Spa deixa de existir e que o circuito belga fica sempre no calendário assino já por baixo.
Mas acho que, infelizmente, uma coisa não significará necessariamente a outra.
Como pista, não é das mais interessantes, está no grupo daquelas onde é mais difícil ultrapassar, pelo que a sua saída não deixará saudades. Resta saber qual ficará no seu ligar, espero que não seja mais uma pista de rua.
É uma pista pouco interessante e poderá assim abrir mais possibilidades a que o GP da Bélgica se mantenha anual e não alternando com outra pista.