Yuki Tsunoda passou um mau bocado e por uma experiência absolutamente inesperada e tensa ao ser detido pelos serviços de imigração dos Estados Unidos à chegada aos EUA antes do Grande Prémio de Las Vegas que ali se realiza este fim de semana. Apesar de ter um visto válido e já ter competido no país este ano, noutras duas ocasiões, o piloto japonês foi interrogado durante várias horas no aeroporto, o que naturalmente o deixou preocupado com a possibilidade de ser enviado de volta para o Japão: “Felizmente, deixaram-me entrar depois de muitas discussões. Mas sim, quase fui mandado de volta para casa. Está tudo bem agora”, explicou Tsunoda aos jornalistas.
O piloto da RB descreveu a situação como “estranha”, teve o ‘azar’ de não viajar com a sua equipa, estava acompanhado apenas pelo fisioterapeuta. Estranhamente, ou talvez não, sem sequer poder fazer chamadas ou pedir auxílio no local, a comunicação tornou-se um desafio. “Queria ligar para a equipa ou para a Fórmula 1, mas naquela sala não se podia fazer nada. Até pedi para trazer o meu acompanhante, mas não permitiram.”
Tsunoda brincou depois que seu visual descontraído pode ter contribuído para o mal-entendido. “Estava de pijama, talvez não parecesse um piloto de F1. Ele [o oficial de imigração] até perguntou sobre o meu salário!”
Apesar da pressão e do desconforto, Tsunoda concluiu com alívio: “Foi uma experiência difícil, mas espero que agora tudo esteja resolvido.”
FOTO MPSA/Philippe Nanchino













Triste, mas isto vai ser cada vez mais o novo “normal” com esta nova ordem mundial de “politicos” e com a sua triste noção de Democracia.
Se tivesse chegado de barco, até hotel lhe ofereciam…….
O quê !?
Palavras para quê, é um simpatizante do Dr. Ventura e engole todas as patranhas que a extrema-direita vomita nas redes sociais.
A culpa foi do pijama 🙂 o oficial não gostou do padrão.
Falando a sério, talvez que o oficial pensasse que se tratava de uma criança, devido ao seu tamanho, mas tratando-se de americanos, nada me espanta. Eu própria, mais algumas pessoas do meu grupo excursionista, passamos por uma situação caricata no aeroporto JFK, no longínquo ano de 1992.