As Finais Mundiais Ferrari tiveram lugar este ano na oval de Daytona, com a realização das provas de encerramento dos troféus europeu, americano e asiático do Ferrari Challenge, bem como a jornada que junta os melhores pilotos de todas as competições. Mas a Ferrari também faz sempre um grande espetáculo de apoio, pelo que aproveitou para fazer uma estreia mundial: colocar um monolugar de Fórmula 1 no banking de Daytona.











Os pilotos nunca puxaram os muito os carros. Foi pena, mas não foi utilizada a oval na totalidade, apenas pouco mais de metade. Um F1 para andar a fundo numa oval destas precisava de ter asas totalmente diferentes. Asas muito reduzidas de incidência zero ou quase. Estes carros são feitos em função dos circuitos onde correm, que não englobam ovais como é sabido, e que são circuitos de muito apoio, exceptuando Monza. É sempre uma eterna busca de apoio aerodinâmico, que numa oval destas,à velocidade a que se circula,se reduz a pequenos perfis. Os Champ Cars do final do século… Ler mais »
Mas agora imagine o Pedro Rodríguez no Porsche 917 em 70 ou 71 nas 2,5 milhas do banking de Daytona a fundo a 350 kms/h volta após volta- e em 1970 foram mais de 700- de dia e de noite e a apanhar com os GT muitíssimo mais lento. E mais: o colega Kinnunen só pilotou 5 horas.