O patrão do Grupo Fiat e presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, manifestou ao jornal italiano Gazzetta dello Sport a intenção da marca regressar o mais depressa possível aos títulos na Fórmula 1. Apesar da boa campanha realizada o ano passado, Marchionne mostra-se impaciente para acabar com a seca de títulos, até porque o último campeonato de pilotos do seu enorme historial surgiu há nove anos, em 2007, pela mão de Kimi Räikkönen.
A equipa italiana espera que o regresso às vitórias e o segundo lugar nos construtores obtido em 2015 sejam capitalizados num “assalto” aos campeonatos de 2016, até pelo enorme impacto que daí resultaria no sucesso comercial da marca.
“Se conseguíssemos vencer de forma sustentada na Fórmula 1, isso melhoria a nossa marca. Estive à conversa com um dos nossos concessionários e concordámos que os resultados de 2015 ajudaram-nos a devolver a credibilidade à marca. Seria uma tragédia se por acaso falhássemos a conquista de um título num período de dez anos”, afirmou.
Questionado sobre qual foi o período mais difícil desde que assumiu de Luca di Montezemolo o controlo da Ferrari, no final de 2014, Marchionne afirmou “o primeiro mês”.
“Quando fui ver em que pé nos encontrávamos no programa da Fórmula 1 percebi que não éramos competitivos. Limpámos a casa. Vencemos porque devolvemos o foco à equipa e esta começou a fazer o que realmente importa. A chegada do Maurizio Arrivabene ajudou-nos muito.
O patrão da Ferrari continou: “Se ele tem algum defeito, este não se encontra na parte técnica das operações. O Maurizio é fantástico a criar uma atmosfera positiva dentro da equipa. Ele sabe como fazer com que todos trabalhem em conjunto.”











