Em 2017 os ‘tokens’ de desenvolvimento de motores na Fórmula 1 irão acabar, o que significa que deixa de haver limites ao desenvolvimento de motores. Apesar de a medida ter sido unanimemente aceite pelos quatro atuais fornecedores de motores – Mercedes, Ferrari, Renault e Honda – nem todos estão de acordo com este caminho. Um desses casos é do chefe de equipa da Red Bull, Christian Horner. “O que não compreendo é livrarmos-nos totalmente dos tokens e liberalizar-se totalmente o desenvolvimento. Porque essa não pode ser uma solução saudável para o desporto, apenas irá encorajar a sérios gastos. Não creio que isso vá criar uma competição saudável”, defendendo que deviam ser criados regulamentos claros sobre esta ‘próxima fase’ da Fórmula 1. “Por exemplo, para o chassis temos sérias normativas em termos da utilização do túnel de vento e simulador”, disse.











