Depois de se ter preparado no simulador com o ‘carro de 2017’, Robert Kubica regressou à pista, desta feita para rodar com o Lotus E20 de 2012 em Paul Ricard, onde foi elevada a fasquia comparativamente ao teste de Valência, de modo a perceber “onde está” o polaco, e de modo a que a equipa saiba o que pode ou não pode fazer. Neste momento a Renault admite que Kubica pode “lá chegar”, mas todos são muito cautelosos, pois toda a gente tende ser demasiado otimista e numa situação destas não pode ser o coração a ditar o desfecho, mas sim a razão. Sendo verdade que toda a gente quer que o desfecho seja positivo, a equipa e o próprio piloto sabem que têm de ultrapassar muitos “desafios” até que o regresso se torne mais do que uma possibilidade, precisamente o que é neste momento.
Tudo isto começou porque a Renault quis ajudar o polaco a recuperar mais um pouco do que o destino lhe tirou com o acidente de 2011, e regressar aos comandos de um F1 era um marco importante para Kubica. Só que, o que os engenheiros da Renault viram, surpreendeu-os, ficaram com a “pulga atrás da orelha” e fizeram sentir isso mesmo à sua chefia. Logo no primeiro testo o polaco foi “obrigado” a fazer coisas que os homens da Renault não pensavam ser possível, mas ele fê-las, e o ritmo que impôs levou a que a Renault tenha decidido fazer subir a parada. É por isso que neste segundo teste a fasquia esteve mais alta e se esta tiver sido ultrapassada, está dado mais um passo. Um bom passo…








