A possibilidade de a Fórmula 1 voltar a contar com reabastecimentos a partir de 2017, data da entrada em vigor dos novos regulamentos, é algo que tem sido muito discutido. No entanto, essa hipótese parece agora ter sido descartada devido aos custos que a medida iria acarretar, segundo noticia o AutoSport britânico.
Para o presidente da FIA, Jean Todt, a reintrodução do reabastecimento iria trazer um custo acrescido de 50 mil euros ano a cada equipa. Porém, nem todos são dessa opinião. Segundo o diretor-técnico da Williams, Pat Symonds, esse é um valor muito aquém do real.
“O Jean Todt falou num custo de 50 mil euros por ano. Isso vai muito além e é preocupante. Só os custos de frete para o transporte dos equipamentos ficam em torno de € 230 mil euros. Além disso, é necessário cerca de 200 mil para comprar o kit no primeiro ano em curso e para isso temos de ter pessoas designadas para tratar de tudo.”











