A concretização da compra do Formula One Goup por parte da Liberty e a confirmação da saída de Bernie Ecclestone da F1, substituído por três novos elementos, Ross Brawn, Chase Carey e Sean Bratches despoletou uma catadupa de informação relativamente ao que os novos responsáveis entendem deve ser a nova F1, e para já os homens da Liberty Media destacam quatro pontos fundamentais, a marca, o digital, a democratização da F1 e a experiência de corrida.
Quanto à marca os responsáveis referem querer reforçar o seu valor, tem mais a ver com aspetos e Marketing que não têm tanto interesse para os adeptos, mas tudo o que se segue é absolutamente fundamental nessa relação adeptos/F1. O digital é um caminho que vai ser seguido, e segundo Chase Carey há aqui uma enorme oportunidade para ‘inventar’ produtos digitais à volta da F1. Dava para escrever um livro! Com isto a ideia passa por reforçar a base de adeptos, ‘convencendo’ a nova geração de jovens que podem dessa forma ligar-se à modalidade.
Depois surge a questão da democratização da F1, que passa por ter muito mais ‘input’ das equipas na evolução regulamentar e não só da disciplina, sendo que aqui serão envolvidos também os parceiros, patrocinadores, promotores e a FOM. Por fim a experiência de corrida, que visa melhorar a qualidade das corridas, criando uma experiência melhor para os adeptos, espetadores, etc. Portanto, como se percebe, há pano para mangas, e aqui ficam só os pontos chave para abrir a discussão. Venham as ideias…











