As novas regras de motores para a Fórmula 1 após 2020 poderão trazer para a F1 até quatro novos construtores. Ainda que uns sejam mais ‘evidentes’ que outros, apesar da oposição da Mercedes e da Ferrari à mudança das regras, os novos donos da F1 querem mesmo introduzir motores mais baratos, barulhentos e simples. A BBC reporta que a Ilmor e a Cosworth, estão na calha para entrar: “A nova proposta torna possível a entrada de construtores independentes de motores” disse o chefe da Cosworth, Bruce Wood.
Também o novo patrocinador da Red Bull, a Aston Martin está de olho na F1, mas apesar de se falar muito na Porsche, alicerçado à sua iminente saída do WEC, Mark Webber não tem a mesma opinião: “Porsche na F1? Não vai acontecer…”. Para Zak Brown, da McLaren, é bom haver construtores independentes como alternativa aos construtores: “Podem ser soluções mais económicas e também competitivas”, disse.










Ou seja quarto construtores pequenos de motor…
Correcção. Não é só a Mercedes e a Ferrari que estão contra as novas regras, a Renault também está… Três grandes construtores…
Depois estes pequenos construtores nenhum deles faz um motor melhor que as três grandes e vão-se começar a queixar… É que as três que estão lá agora levam vantagem sempre e fazer que fique mais simples só as ajuda no campo da fiabilidade (o que as ajuda a conseguir extrair mais potência).
A Cosworth esteve lá na era V8 2.4 e não se aguentou… Talvez quatro se transformem em dois, com a Aston Martin a apoiar a Cosworth e a Audi a apoiar a Ilmor de Mario Ilien, que se bem se recordam era quem fazia os motores Mercedes da era 3.5 e 3.0 atmosféricos e também para a Indycar.