Niki Lauda gosta muito de ser crítico de algumas das novidades que aparecem na Fórmula 1 de vez em quando, mas era de se esperar, dado o acidente em que quase perdeu a vida no GP da Alemanha de 1976, que abrisse uma exceção para elemtentos de segurança. Mas isso não é verdade.
O antigo campeão mundial continua a ser bastante crítico do halo, um dos sistemas propostos para melhorar a segurança da cabeça dos pilotos em caso de embate, adiantando que “se exagerarmos nestas coisas, não é de admirar que as pessoas deixem de ver a F1”. Para o austríaco, um elemento de perigo é sempre necessário para manter um interesse de público.
O halo não está a reconhecer consenso por parte dos pilotos, mas a FIA parece instante no sistema depois da Red Bull ter abandonado o airscreen. O sistema proposto pela Ferrari bloqueia a visão dianteira do piloto, ainda que permita bloquear qualquer objeto aéreo.











