A FIA reuniu construtores, equipas, acionistas e mais alguns interessados no fenómenos da Fórmula 1 e deu início à discussão do que pode ser a nova Fórmula 1 para lá de 2020. Logicamente, o centro da discussão foram os motores, e já é claro que a FIA quer unidades motrizes mais simples, baratas e barulhentas, mas também mais fiáveis. Isto significa que os atuais turbo-híbridos podem ter os dias contados, pelo menos, este tão complexos como os atuais. No final da reunião chegou-se a um consenso ‘alargado’, que a F1 deve rumar para outro tipo de unidades motrizes, sendo que muito provavelmente vão desaparecer as unidades motrizes baseadas num motor de 1.6 litros turbo. Alguma da tecnologia já utilizada deve permanecer, sendo que o caminho será a utilização do que tiver relevância para a indústria e como as coisas estão a mudar a esse nível, será uma longa discussão, pois há várias correntes de opinião. Para o Presidente da FIA, Jean Todt “Estou contente com o processo, e apesar de tanta gente diferente fomos capazes de encontrar um caminho, uma direção, para o Mundial de na área técnica. Agora vamos ter que nos sentar e discutir o detalhe do que deverão ser exatamente as novas unidades motrizes de 2021. Estou contente por termos entrado com o pé direito nesta discussão, e espero que seja possível tomar as melhores decisões para o futuro da Fórmula 1”








