A Mercedes e a Red Bull juntaram-se à Ferrari numa possível substituição de Bernie Ecclestone, líder da FOM. O Presidente da Ferrari, Sergio Marchionne propôs recentemente que Ecclestone seja substituído por uma ‘comissão’ tripartida. A este propósito, Toto Wolff, patrão da Mercedes F1 disse à agência noticiosa alemã DPA: “Alguns podem pensar que ele é imortal, e que a sua performance se mantém a mesma mas existe uma grande responsabilidade em fazer o que é correto para o futuro do desporto”. O consultor da Red Bull, Helmut Marko tem um opinião semelhante e apoia Marchionne na criação de uma liderança tripartida, envolvendo Niki Lauda. Quanto aos rumores que também apontam Toto Wolff, este refere que tem um plano, mas que é cedo para falar dele.
A verdade é que são crescentes as vozes que se fazem ouvir contra Ecclestone, e este também ajuda muito com as quase constantes declarações que são um pesadelo de Relações Públicas para a F1, como por exemplo, a mais recente: “Não sei se as mulheres estão fisicamente em condições de ser velozes na F1 e não deviam ser levadas a sério. Elas são é mais competentes em cargos de direção e gestão e não têm um ego exagerado”. Neste contexto, Wolff diz: “Irracionalidade e emoções excessivas não têm lugar na F1. Os tempos mudaram, vivemos num mundo digital e falar dessa forma não é certamente o caminho certo”, disse.









