Os responsáveis da McLaren e da Renault já só esperam decisão pela decisão da Toro Rosso para avançar com o ‘swing’ que se aguarda para o defeso na F1. A ‘bola’ está portanto do lado dos homens da Red Bull, e neste momento apesar das palavras de Yusuke Hasegawa, responsável máximo da Honda, quando disse que espera ainda poder convencer a McLaren a ficar, mas teme que não seja suficiente, ele próprio já sabe que agora é tarde demais, e se acabarem por ficar novamente juntos não será por ‘amor’ mas sim porque não há alternativa.
De resto, a McLaren não perde somente os mais de 100 milhões de dólares que a Honda paga – a parceria não é só fornecimento de motores mas também um patrocínio – e neste contexto há muitas nuances pelo meio. Por isso agora resta aguardar pela decisão da Toro Rosso, leia-se Red Bull, pois só se estes aceitarem ficar com a Honda será possível a Renault passar a ter a McLaren o seu portfólio: “A situação é complicada porque não se trata apenas e só da McLaren. Temos igualmente que considerar o que é melhor para a F1 como um todo. Todas as partes envolvidas nesta negociação entendem isso e não há muito mais que possa dizer”, referiu Eric Bouiller.
Para que tudo se resolva a contento da McLaren e da Renault, a Toro Rosso tem que ‘alinhar’ no esquema. Não duvidamos que o que está neste momento em jogo não é a vontade da Toro Rosso se manter como motores Renault, pois isso não é fundamental para a sua equipa, que visa apenas e quase exclusivamente ‘formar’ pilotos para a Red Bull. Por isso, os milhões vindos da Honda seriam… bem vindos e não duvidamos que a questão é precisamente quantos desses milhões a Honda está disposta a pagar e a Toro Rosso a aceitar. E não serão certamente os mesmos que paga à McLaren. Por isso a Toro Rosso negoceia numa posição de força é é aqui que tudo emperra…










